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A visita técnica realizada por estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) à PCH Santana I, em Nortelândia, vai além de uma atividade acadêmica. Para o Grupo Interalli, proprietário do empreendimento, a iniciativa representa um importante pilar de sua atuação: a integração entre o setor produtivo, a formação de novos profissionais e a promoção de conhecimento sobre energia limpa e sustentável.
Ao receber 32 acadêmicos dos cursos de Engenharia Florestal, Engenharia Sanitária e Engenharia Civil, o grupo reafirma seu compromisso com a transparência e a disseminação de informações sobre o funcionamento de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), permitindo que os estudantes vivenciem, na prática, conceitos fundamentais aprendidos em sala de aula.
Durante a visita, conduzida pela equipe técnica da usina, os participantes tiveram acesso a todas as etapas do processo de geração de energia — desde a captação da água até sua transformação em eletricidade e posterior retorno ao meio ambiente. A experiência prática reforça a compreensão sobre o modelo de geração “fio d’água”, adotado pela PCH Santana I, reconhecido por seu menor impacto ambiental ao dispensar grandes reservatórios.
Para o Grupo Interalli, abrir as portas do empreendimento para a comunidade acadêmica é também uma forma de evidenciar o rigor técnico e os protocolos de segurança que regem a operação da usina. A PCH Santana I passa por avaliações periódicas de órgãos reguladores como a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a Agência Nacional de Águas (ANA), além de auditorias independentes, garantindo conformidade com os mais altos padrões do setor.
A ação ganha ainda mais relevância em um momento simbólico: em 2026, a usina completa 14 anos de operação, consolidando-se como um importante ativo energético da região e contribuindo para o desenvolvimento local de forma responsável e sustentável.
Ao promover iniciativas como essa, o Grupo Interalli reforça seu papel não apenas como agente gerador de energia, mas como parceiro da educação e da inovação, estimulando o interesse de futuros engenheiros pelo setor energético e fortalecendo a conexão entre universidade e mercado de trabalho.
A visita à PCH Santana I evidencia, portanto, que investir em conhecimento é também investir no futuro — tanto da energia quanto das próximas gerações de profissionais.