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O médico e ex-participante do reality show Big Brother Brasil, Marcos Harter, recebeu punição do Conselho Federal de Medicina (CFM) por infrações ao Código de Ética Médica relacionadas à responsabilidade profissional e ao atendimento de pacientes.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21) e mantém a penalidade de “censura pública em publicação oficial”, aplicada após julgamento do Tribunal Superior de Ética Médica do conselho.
Segundo o acórdão, o Conselho Federal de Medicina rejeitou, por unanimidade, recurso apresentado pelo médico e confirmou decisão anterior do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso.
De acordo com o CFM, Marcos Harter infringiu os artigos 1º, 23 e 32 do Código de Ética Médica, que tratam de:
O documento oficial, porém, não detalha os fatos específicos que motivaram a condenação ética.
Marcos Harter ganhou notoriedade nacional após participar do BBB 17, em 2017. Durante o programa, ele foi expulso após acusações de agressão contra a participante Emilly Araújo. O caso resultou em denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro por lesão corporal.
A punição aplicada pelo CFM não impede automaticamente o exercício da medicina, mas representa uma condenação ética formal registrada no histórico profissional do médico.
Nos últimos anos, Marcos Harter também esteve envolvido em outras investigações. Em 2020, teve o registro profissional suspenso por seis meses após divulgação de preços de cirurgias plásticas em redes sociais.
Já neste ano, a clínica do médico foi alvo de denúncia após uma paciente relatar complicações decorrentes de cirurgia plástica realizada em Mato Grosso. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.